domingo, 19 de junho de 2011

Breve resumo de uma vida que não cabe em meias palavras.


Nosso ano de 2010 foi bem conturbado. Talvez a palavra que o resuma seja TEMPO. Foi isso que nos faltou esse ano. Assumindo a missão, o mestrado, a função materna/esposa/do lar e ainda meu emprego no HU, minha vida se tornou um caos. Eu e Julio acabamos divergindo sobre alguns pontos e só Deus sabe como aguentei. Tudo era feito na madrugada e Maria se contentava com minhas sobras... dureza escrever isso. No fim do ano , bem na véspera do Natal Julio nos deu um ultimato: vida nova por favor! Vi-me deixando a missão na integralidade e tendo que recomeçar uma nova fase de nossas vidas, a da Mari com mais tempo. Como foi duro e aspero aceitar isso, sofri, me senti privada de realizar meu sonhos, amputada da minha liberdade real, aquela que sempre valorizei tanto. Hoje meses após o turbilhão de emoções já passado, vejo que só assim eu teria limite. Nesse interím tanta coisa aconteceu.... Maria desenvolveu tanto e talvez eu tenha aprendido a amá-la mais, conseguindo agora enxergar seus quereres. Meu mês de Janeiro foi dedicado a ela, consegui tirar fralda e ela finalmente soltou a lingua. Fevereiro chegou a escola e com ela foram-se mitos e medos que tanto me atormetavam. Maria desabrochou. Março a mais deliciosa das notícias, GRÁVIDA! Ah mais isso merece uma postagem exclusiva né?.
Refletindo vejo que o mundo anda tão cruel com nós mulheres, são tantos leões a matar por dia que chegamos a um perigoso limite, o da sanidade. Será que em meio a tantas funções conseguimos enxergar a realidade na integralidade, ou apenas tentamos fazer tudo dar certo?Lógico que não tenho ócio produtivo ainda. Tenho minha profissão, A Maria, o Julio, A casa (a construir), o mestrado a terminar, minha fé a nutrir e ainda me culpo por ter um intervalo de 2h pra almoçar... Coisas que imputaram em nós.
No fim valorizo cada nova fase e sinto-me viva com tamanhas mudanças que vira e mexe chegam a mim, não tenho medo de ousar e tentar. Mas o melhor é o aprendizado que levo a cada recomeço... Vamos lá recomeçar: A PAULA VEM AÍ! (VIDE POSTAGEM DA GRAVIDEZ....)

domingo, 28 de março de 2010

Missão: novo velho nome


Todos que me conhecem por dentro, conhecem também o meu desejo de ser diferente. Acho que desde que me entendo por ser pensante, gosto do diferente. Certa vez em meios a discussões filosóficas com minha psicanalista particular, minha irmã e melhor amiga, revelei o meu medo de me achar normal. Na infância eu era um menino. Não me interessava pelas coisas do gênero feminino, amava fazenda, cortes de cabelo estranhos, tênis e bicicletas. Na adolescência... ichiiii, melhor pular essa parte, mas resumo-a dizendo que foi algo diferente da maior parte dos jovens de minha classe social em minha então pacata Cuiabá.
Quando me aprofundei no estudo da Bíblia (algo mega diferente pra todos ao meu redor), descobri também que nao queria aceitar o que era normal. Descobri então o mais diferente dos mundos. O verdadeiro mundo cristão e me tornei evangélica. Dentro desse novo diferente mundo me interessei por várias coisas novas: fui radical , amaciei, racionalizei e montei minha fé que está firme até hoje. A visão missionária sempre me encantou. Tentei aliar essa visão com minha profissão e vi que seria um casamento perfeito. Muitas reviravoltas depois, vi que ser missionária pela igreja não estava ao meu alcance. Tentei então o médicos sem fronteiras: PERFEITO! Estava em Paris, sem nada concreto a fazer pronta a realizar um sonho.... BËEEM!!
A coisa nao é tão fácil assim.... Por mais maravilhoso que meu marido seja um ano sem ver a esposa não dá. Conclui que alguns sonhos não cabem mais na minha vida NORMAL. O jeito seria aceitar e seguir a vida. Trabalhar , ganhar dinheiro, comprar bens, ter filhos e montar a vida dentro de um sonho americano. Com a chegada de Maria, tudo ficou claro. Entendi por que a gente se acomodava em nossos micro universos e passava a viver só pra eles... é um amor sobrenatural mesmo.
Mudança pra Dourados, nova vida, novas realidades. Descobri que Deus me deu um companheiro a altura, alguém que nao se acomodou em viver a vida que estava preparada pra ele e ousou desbravar uma nova história em meio ao cerrado brasileiro. Optou pelo não óbvio. Em Dourados descobri a missão evangélica Caiuá. Um lugar com 82 anos de idade que comporta missionários de todas as partes do mundo que se dipõe a evangelizar e servir ao índio. Um lugar com um hospital indígena exclusivo que cuida de uma população extremamente excluída por aqui. Apaixonei na hora... Espalhei meu interesse em trabalhar lá inúmeras vezes dentro e fora da igreja, mas a coisa ficou morna e eu me acomodei.Dentro das minhas orações falava a Deus que era o único lugar onde eu realmente queria trabalhar... Mas no fundo já havia me conformado que talvez eu não era boa o suficiente para o obra.

O tempo passou e recebi o então sonhado convite.... minha vida tornaria uma loucura, trabalharia em dobro, abandonaria em parte o HU onde já havia iniciado um trabalho muito bacana, Maria ficaria mais sozinha e ainda tinha o mestrado que iniciaria em março... Muitas conversas a dois e falei a frase final: não existe a possibilidade do não. É como se eu negasse tudo que sempre acreditei e preguei desde o início, desde a infância, como se eu negasse o SIM de Deus. Topei...

O previsto aocnteceu. a vida realmente ficou uma loucura. Trabalho das 13 as 19hs de segunda a sexta no Hospital e maternidae Porta da esperança. Faço de parto a arrancar bicho de pé. Tenho alunos e residentes. Minha casa esta entregue. Agora uma empregada chega as 11h e só saí quando chego. As vezes tenho 20 minutos de almoço. Chego em casa e só Deus sabe de onde tiro forças pra me dedicar só a Maria. Perdi o sono e a sanidade nos primeiros dias.

Hoje a coisa entrou na rotina. Sou a mais realizada das mulheres ao dizer que trabalho na Missão. estou aprendendo Guarani e me orgulho disso. Me sinto útil ao extremo. Acho que o preço é alto, mas válido. A sensação é de que não me acomodei. Apesar do turbilhão que vivo, consegui colocar Deus e meus valores sobre tudo. Não SOU NORMAL!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

À todas as mães




Hoje compreendo todas as mães do mundo. Juro que as compreendo. Compreendo até mesmo aquelas que dão coca-cola na mamadeira e as que jogam seus pequenos do nono andar. Já dizia o poeta (poeta, meu poeta camarada...) que filhos por que Tê-los? Mas se nao temos como sabê-los.... Diz tudo. Só quem tem filho sabe. Só quem tem filho sabe o desespero de ve-lo chorar sem ninguém saber por que. Sabe a dor de vê-lo doente. Sabe como é pesado e as vezes solitária a criaçao de um ser. Sabe como é frustrante e ao mesmo tempo recompensador a rotina materna/paterna.
Descobri que em meio ao meu perfeccionismo barato mora uma mãe como todas as outras. Uma mãe que cedeu a chupeta e ao poder do NAN. Que não conseguiu amamentar sua filha até os dois anos e meio como prometera. Que chorou desesperada a primeira vez que a filha vomitou (lembra Taty?) e que a deixou cair da cama (ahhhhh sim eu fiz isso). Sim sou humana. Hoje cuspo na cara dos babacas que pregam o aleitamento acima de tudo e esquecem de pobres mães que não conseguiram amamentar sua prole, dos ignorantes que julgam a mãe que carrega seu filho pra cama dela diariamente e dos fracos de alma que crucificam a pobre coitada que deixou um acidente doméstico acontecer. Sempre penso na hora de sair que todos deveriam compreender a mãe gordinha e descabelada na festa. Eu arrumo Maria, arrumo a malinha, penso no carrinho, chupeta, mamá... e sobram 5 minutos para aprontar-me....

Continuo sendo a prefeccionista de sempre, e aos nove meses Maria ainda nao ingeriu nada industrializado, mamou peito até o sexto mês e dorme em seu bercinho diariamente. Com a seguinte ressalva: a mãe dorme com ela toda a noite e o pai fica solitário na camona de casal...
A sumula é: a maternidade é pesada demais. Não engordemos esse peso ainda mais.
Mães e Mari (eu mesmo... só pra me lembrar de nao esquecer) faça do nascimento de um filho algo leve e indolor. Muitas regras acabam comprometendo a serenidade e levando a insanidade. Por incrível que pareça os filhos sobreviverão APESAR DE nós... Deus protege. Ah é pra ressaltar:você fará as coisas que sua mae fez, incrível como me vejo nela.

Um pouco de nós


A vida em Dourados agora parece real, a rotina já entrou nos eixos e agora já nos sentimos realmente em casa. Como já havia dito, esse lugarzinho no sul do MAto Grosso do Sul , é uma terra especial preparada por Deus para nos receber. Hoje conta com cerca de 200 mil habitantes com uma grande populaçao flutuante pelos esudantes que tomaram conta da cidade nos ultimos anos pelo surgimento de várias Universidades publicas e privadas.

Aqui guarda um pouco de característica do Paraná, combinado a cultura do próprio estado. Tudo aqui respira agronegócio. A região tem a caracteristica de ter uma terra vermelha que a água nao lava, essa terra que todos conhecem e que sustenta o Brasil de pé e que nos tinge tatuando assim seu povo. Uma terra de povo trabalhador que já aprendi a amar e respeitar. Reza a lenda que esta é a segunda cidade mais arborizada do país. Eu sou alucinada nos jardins residenciais, nos ipês que colorem o inverno, na sombra das arvores em todo o lugar. Vejam as fotos.

Muitos aqui tem uma história parecida com a nossa: Jovens casais que aqui chegaram buscando um sonho. São pessoas de todos os lugares do Brasil, raro aqui é Douradense nato.

Eu estou exclusiva no Hu onde desenvolvo assistência, ensino, pesquisa e CCIH. Julio dedicação exclusiva na UFGD onde tambem desenvolve assistência (é o horizontal da Clínica Médica do HU, além de ambulatório de infecto), ensino e pesquisa. Estamos felizes da vida. Temos hora de almoço, dormimos diariamente em casa, alguns fds livres, uma horta, uma casa linda e uma filha feliz com a nossa atenção. Enfim, Dias Dourados finalmente chegaram


...


Isso mesmo, é uma arvore no meio da rua, em vez de arrancá-la fizeram um desvio.


Essa é comum, mas adoro seu debruçar



Um buquê de cor pra vc.

A numero 1!!! Pertinho de casa, alegra meu itinerário HU-Casa.

segunda-feira, 16 de março de 2009

levanta sacode a poeira e dá a volta por cima...

















Sequencia da horta!



Mais um recomeço na nossa “so called life” (alguem lembra desse seriado?). Julio agora é professor adjunto de clínica médica da Universidade federal da Grande (Graaaaaande) Dourados, chique bem. Esse concurso surgiu em nossa vida através da busca constante do Julio em concretizar seu sonho de ser professor. Como percebemos que a coisa demoraria pra acontecer na BA, fizemos um pacto: após o doutorado aonde tivesse concurso, iríamos, não importava o lugar! Primeiro ele tentou Cbá. Dessa vez Deus já havia colocado em meu coração que não ia rolar, lá não era O lugar. Mesmo assim sofri ao ver a chance de retornar às origens esvair-se concurso abaixo. Depois surgiu Dourados.
Bom o MS sempre foi um lugar inexistente pra mim. Sabe tipo Acre pra paulistano? Passa despercebido. Não conhecia muito bem a região, nunca havia ido pra lá, não tenho família por lá, nada. Em Dourados havia minha referencia a Renata. Grande pessoa companheira Emiliana que mudou com seu Allan pra lá no fim da residência. Sabia que ela era professora na UFGD e que gostava do lugar. Ligamos pra ela e jogamos limpo nas nossas intenções, nossos planos , etc. ela disse VENHA. O Julio ficou empolgadíssimo, ainda mais com a noticia que esperariam ele terminar o doc. Eu não botei fé. De verdade achei que ele jamais teria coragem de se jogar dessa maneira e continuei cavando meu futuro na Bahia.

Ele veio para o concurso em outubro, algumas semanas antes do parto. Voltou para casa encantado . Arrume as malas, encaixote as coisas. Recomecemos encore!

A mudança, como não poderia deixar de ser foi uma loucura. A mudança demorou dez dias pra cheagr e ficamos no chão de uma casa vazia com uma criança de um mês. Julio em SP defendendo o doutorado. Eu segurando a barra com Juliana. Uma loucura. Assim que a mudança chegou embarcamos pra Cbá. Um período estressante por achar que Maria estava sofrendo.

Logo surgiu o concurso para mim : medica do HU local, tudo que eu poderia querer. Maria estava com recém completos dois meses e assumi as pressas. Corre corre atrás de empregada, babá.... AAAAAAAHHHHHH. Passou.....
Hoje temos uma rotina estabelecida. Moramos em uma casa fofa que a mãe do Julio veio alugar para nós. Temos uma horta orgânica, um carro novo, almoço em casa, mesa posta, silencio e uma filha crescendo feliz e saudável. Temos meu sorriso no fim do dia me realizando profissionalmente. Temos sonhos e planos palpáveis. Temos certeza de algo maior por trás de tudo isso.

Breve resumo do pós parto




Esse blog estava abandonado ultimamente. Tudo culpa da Maria! Desde quando resolvi fazer um blog exclusivo dela, deixei esse de lado. Talvez isso reflita bem o que foram estes últimos meses na nossa vida: MARIA.

Seu nascimento ocorreu em um lindo dia de sol, uma quinta feira, naquele 23 de outubro. Quando vi que ela não queria sair, Julio iria viajar, mamãe chegando ... Por favor tirem ela daqui! Um dia antes não pensei em nada. Não chorei, não ansiei, não sonhei. Apenas dormi, e pra falar a verdade dormi muito bem, já aliviada. Acho que é a fé, sabe. A certeza no meu coração de que tudo ia dar certo. Fiquei tentando buscar na mente alguém que aniversarie em 23/10, - sei lá pra ver se a pessoa é legal; tenho essas besteiras- e conclui que não conheço ninguém, nem no meu Orkut tinha alguém. Conclusão : ela é realmente única. Única no nome (nenhuma Maria sem segundo nome no meu circulo de conhecidos), única na data, única por ser única. Minha primogênita.

O dia do parto foi tranqüilo. O pai eufórico. Minha mãe a rocha como ela é. Os Rosas/Crodas companheiros fiéis. Tudo perfeito.

Os dias seguintes foram conturbados, cinzentos e cansativos. Nesse ponto assumo a minha parcela de culpa e quem me conhece sabe a insistência no não habitual, essa louca vontade de sempre ser diferente, valentona. Deveria ter ido pra Cuiabá ficar com meu povo e cumprir a tradição de permanecer entre as mulheres da família, como faziam no tempo dos meus avós. Permanecer 7 dias sem meu marido foi o ápice da crise. Loucura que hoje agradeço por estar no passado.

Quero aqui destacar o papel da minha mãe e minha irmã. A primeira esmerou-se em me segurar fisicamente, de me amar mais, agora como mãe de sua neta. A segunda foi meu esteio psicológico. Ver adentrá-la meu apartamento com seu filho de 4 meses no colo,deixando o resto de sua prole a 3000km, só para estar comigo foi um daqueles momentos da sua vida em que o tempo para. Entre lágrimas disse uma frase que explica tudo: - era tudo que eu precisava! Ao escrever isso e relembrar, choro...

Dias se passaram. A dor da cesárea diminuiu. A apojadura não massacrava mais. Meu bebe crescia forte e saudável. Malas prontas! Que venha Dourados.

Pontos de destaque:
- Maria engoliu sangue no parto (Sonda naso gástrica e lavagem), teve ictericia tardia, clavícula quebrada no parto (só percebida como um calo ósseo 1 semana depois), fez abscesso frio pela BCG. Bobagens!
- Eu odiei a cesárea. Odiei o procedimento em si, o bexigoma que fiz após, a dor que me impedia de deambular como gente, a sensação que nunca mais faria uma abdominal na vida, a hipoestesia no local (que dura até hj), a cicatriz , o prurido da anestesia.
- apojadura foi dolorosa e sofrida. Venci-a sem fissuras e enfrentando a dor com bomba e “Milk shake”.
- Maria não tem orelha furada.
- Maria é a menina que mais ganhou presente no mundo. Comprei um único conjunto pra ela. O resto foi presentes.
- Senti falta de quarto de maternidade cheio e de visitas a qualquer hora. OBS: sentirei falta disso até o fim dos meus dias....
- Fiz promessa que nao ficaria com cara de mulher parida do tipo coque no cabelo, camisola rasgada, olheiras profundas... Quebrei a promessa e ficava feliz no dia em que conseguia tomar um banho mais demorado e escovar o dente antes das 11h. Nao ficava de camisola rasgada e sim pelada de cinta e soutien de amamentação sujo de leite vazado e cheirando a leite azedo o dia inteiro.( cena proibida para menores e para as amigas que pretendem ter filhos um dia).
OBS 2: Acho qeu a cara de parida tá até hj!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Quarto de Maria

Postagem especial sobre a preparação para a chegada de Maria. Como moramos de aluguel com provavél mudança em janeiro, optamos por não interferir muito na "anatomia"do quarto para não sofrermos depois. Todos falavam que estávamos muito tranquilos com a decoração do quarto, pois até o sexto mês não havíamos mexido e nem planejado nada. Eu já havia iniciado minha velha sabatina orçamentária e pesquisado nas revistas especializadas por dicas preciosas. Foi ótimo ter esperado, pois depois as coisas foram amadurecendo, ganhamos muitas coisas que foram se encaixando com o tempo. O cerne da decoração surgiu com a visita à cuiabá em junho, quando conseguimos recuperar parte da decoração da minha sobrinha (hoje com 7 anos) que estava armazenada na chacára. São bordes de MDF com aplicações em resina de menininhas com tema de jardim. Tudo multicolorido. Eu e Julio topamos o desafio de reformar tudo por nós mesmos, fuçamos as lojas especializadas em artesanato e recuperamos tudo, de pintura à membros quebrados. A Vitória, sobrinha do Julio, foi uma artista nos ajudando na missão. Resovelmos deixar tudo branco, porém no fim nao me contive e pintamos uma parede de amarelo canário. Depois foi apenas decidir com a costureira os detalhes.... Amei tudo!

Curtir essa parte da gravidez foi delicioso, ainda mais com nossa participação ativa na elaboração de tudo. Cada detalhe foi especial, fiz as capas das almofadas à mão, pintei bandeja, laços, reformei até ursinho de pelúcia.
Agora entramos no quarto e só imaginamos Maria ali, dormindo, mamando, trocando de roupinha... Chega logo filha!




Vovó Marlene lavou tudo e colocou em saquinhos individuais




Mão de obra unida